Sun Ji Kyul

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Sun Ji Kyul

Mensagem por Rainha Morgana em Sex Ago 14, 2015 8:51 pm

SUN JI KYUL

KEY.U | 22 | SOLO | ZICO

• Kyul é o que muitos tomam como ''criança imoral''. Daqueles que falam mais do que deveriam, e não tem o mínimo tabu quanto à paquerar descaradamente as garotas a quem nem conhece. Não é do tipo de pessoa a qual se pode definir, está em constantes mudanças de humor. E embora apresente-se sempre como o garanhão, só quem se aproxima dele pode saber que por trás de tudo aquilo há uma criança boba. Vive fazendo caretas e querendo filosofar. Embora suas reflexões um pouco estranhas façam as pessoas rirem, na maioria das vezes. Uma prova disso é a mochila que está sempre consigo, de acordo com ele, uma pessoa não pode mais sair de casa sem um estoque de sobrevivência: Álcool, um kit de mágica, chocolate, um cobertor, um ursinho e o que mais couber. Totalmente bipolar, numa hora pode estar lhe paquerando, e na outra pulando e te pedindo carinho nos cabelos. É cativante, embora as pessoas não confiem muito em sua personalidade ''marota''. E fala muito palavrão.

• Kyul cresceu em um ambiente pesado. Era filho de um militar, membro de família tradicional. Fora criado sob as asas do pai, sem direito de opinar ou contradizer às ordens que lhe eram impostas. Desde pequeno teve de aturar aquele discurso sobre se tornar ''homem'', constituir família e ter uma carreira invejável. Embora a pressão fosse grande sobre si, tudo o que o rapaz desejava era desenhar quadrinhos ao estilo americano. Sem se preocupar com casamento aos vinte, ou filhos para educar daquele jeito tão costumeiro. Sofrera muito com as ofensas do progenitor ao revelar sua verdadeira vontade. Fora enviado para a casa de sua tia-avó, na Argentina, aos quatorze anos, para que, de acordo com seu pai, aprendesse o que era ser um homem daquela família. No entanto, o que ele não esperava, era que chegando naquele novo lugar, sua vida pudesse mudar tão drasticamente.

• Durante os primeiros dias, ele se trancou, era uma criança mimada, sem dúvida alguma. Mal falava com os parentes, se sentia uma peça alheia em tal ambiente, sua tia, para ajudar, mal ligava para o fato de o mesmo querer se isolar, compreendia e até preferia que ele assim permanecesse, afinal, era velha e não queria se estressar com um adolescente. No entanto, o quadro não se repetia com o chefe da casa. Não era parente legítimo do adolescente, mas de qualquer modo, sentiu-se responsável por aquele jovem de tal maneira, que chegou a não se conformar com o comportamento. Com jeito sempre, e paciência, ele fez com que o sobrinho saísse do confinamento.

• Kim Lee Hyun (o tio) não podia dar filhos à sua mulher, e isso tornou sua vida triste, seu casamento uma ruína, e sua mulher, uma verdadeira bruxa. No entanto, ele viu naquele jovem revoltado, um vestígio do antigo desejo paternal. Não dava a mínima para os desejos de seu sobrinho - pai de Jikyul -, só queria ajudar o menino a não precisar mais se esconder.A convivência naquela casa passou a ser bem mais estável para o mesmo. Seu tio era um amigo interessante, o ensinou a como ganhar garotas e a tocar violão. Enquanto ele tentava colocar alguma habilidade para videogames na cabeça do mais velho. Aquela vida era agradável, pensava o jovem, que ali já havia vivido três anos.

• No entanto, com dezessete, ele fora obrigado à retornar para a Coreia, pois seu pai descobriu uma doença e pedia para que o filho estivesse próximo de si, recebendo instruções para assim assumir os negócios da família. Jikyul viu vestígios da revolta contra os ideais antiquados de sua família retornarem estrondosos. Embora não tivesse a mínima coragem de dizer algo contra, aos poucos, ele se deixava corroer por sua indignação. E fora dessa situação, que ele redescobriu um velho remédio para a sua frustrante realidade. A música esteve presente na única época qual ele considerou agradável. Aquela na qual se esquecera de seu pai e toda aquela conversa. Seu caderno de composições era como um saco de pancadas, tudo o que lhe causava fortes emoções ficava ali registrado. Embora já tivesse certeza de que a vida que lhe prepararam não era a que deveria tomar. Foi só com a morte de seu pai, aos vinte, que ele conseguiu dizer não e sair de casa, rumo à um sonho que de sua realidade, estava mesmo muito longe.

• Kyul na época do colégio tinha uma paixão por Chaeyeong, atual membro do grupo 4U, mandava cartinhas de amor que nunca eram respondidas pela garota. Eles nunca realmente se falaram, e se falaram era apenas para comprimentar, timidamente, um ao outro. Ao saber que a garota que ele amava na época do colégio também era trainee da mesma empresa para a qual trabalhava, ele começou a se empenhar cada vez mais em sua carreira, tentando se fazer reconhecido, não só por seus fãs mas também pela garota. Debutou recentemente como rapper solo, levando o nome Key.U, e agora está trabalhando para mostrar ao mundo suas habilidades tanto na escrita de suas músicas, quanto em sua capacidade de cantar.

• Durante sua época de trainee ele foi dançarino da solo Venus para conseguir experiência no palco, e dinheiro extra. Acabou formando uma boa amizade com a idol conforme os ensaios iam acontecendo, acabaram se conhecendo melhor e descobrindo que ambos tinham personalidades muito parecidas, e histórias muito boas para serem compartilhadas entre si. Além de ambs serem ligados com a música de forma tão intensa e criativa.
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